Nos últimos anos, o Brasil passou por uma das maiores transformações do seu setor energético.
A geração solar distribuída deixou de ser tendência para se tornar realidade de mercado. Segundo dados da própria expansão do setor elétrico nacional, o país já ultrapassa milhões de sistemas fotovoltaicos instalados, com crescimento anual consistente de dois dígitos. Ao mesmo tempo, a mobilidade elétrica acelera, com aumento expressivo nas vendas de veículos híbridos e 100% elétricos e a necessidade urgente de infraestrutura de recarga.
O resultado foi inevitável:
um boom de empresas surgindo quase da noite para o dia.
Integradoras, instaladores, revendas, fabricantes, importadores, empresas de wallbox, operadores de eletropostos, startups de energia, fintechs de financiamento solar.
O mercado cresceu rápido.
Rápido demais.
E quando um setor cresce sem organização, surgem ruídos.
Para o consumidor, a jornada virou um labirinto:
- difícil comparar empresas com critérios técnicos claros
- pouca transparência sobre qualidade, certificações e histórico
- orçamentos com escopos diferentes e preços impossíveis de padronizar
- promessas comerciais exageradas
- ausência de avaliações verificadas
- falta de dados para decidir com segurança um investimento que pode ultrapassar R$ 20 mil, R$ 50 mil ou até R$ 200 mil
A decisão deixou de ser simples.
Virou um risco.
Enquanto isso, do outro lado do balcão, o problema era o oposto.
Boas empresas — técnicas, sérias, bem avaliadas — permaneciam invisíveis.
Dependiam quase exclusivamente de:
- indicações informais
- tráfego pago caro
- marketplaces genéricos
- redes sociais desorganizadas
- planilhas manuais de leads
Sem reputação digital estruturada, sem métricas claras, sem previsibilidade de vendas.
Em um setor cada vez mais competitivo, isso significava:
👉 CAC alto
👉 leads desqualificados
👉 margens pressionadas
👉 dificuldade de escalar
Faltava algo essencial para ambos os lados.
Confiança para o cliente.
Dados para a decisão.
Visibilidade para as empresas.
Foi exatamente dessa lacuna que nasceu o Avalia Solar.
A visão por trás da solução (background do fundador)
A criação do Avalia Solar não veio apenas de uma oportunidade de mercado, mas de uma vivência prática.
Seu idealizador, Felipe Henrique, sempre atuou próximo de tecnologia, negócios digitais e resolução de problemas reais através de sistemas escaláveis. Ao observar o setor de energia solar crescendo de forma acelerada, percebeu um padrão clássico:
um mercado bilionário operando com ferramentas amadoras.
Enquanto fintechs, turismo, imóveis e varejo já possuíam plataformas robustas de comparação, avaliação e inteligência de dados, o setor de energia limpa — justamente o setor do futuro — ainda dependia de indicações de WhatsApp e orçamentos em PDF.
A pergunta era inevitável:
“Se as pessoas comparam hotéis, restaurantes e motoristas por avaliações… por que não podem comparar empresas de energia solar do mesmo jeito?”
Daí nasceu a tese:
Criar não apenas um diretório.
Mas um marketplace inteligente, orientado por dados, reputação e performance.
Um lugar onde:
- consumidores encontram empresas confiáveis
- empresas geram leads qualificados
- decisões são baseadas em métricas, não promessas
Assim surgiu o Avalia Solar:
a ponte entre tecnologia, energia limpa e confiança.